"Religião não se discute", diz o adágio popular. Até porque discutir a expressão religiosa de alguém ou de um grupo, termina-se caindo numa gangorra de falatórios e não se chega a um ponto de equilíbrio.
Ocidentais e orientais não tem nada em comum no que diz respeito à manifestação religiosa. A religião ocidental, caracterizada na sua expressão maior, o Cristianismo, demonstra um perfil de seguidores "passivos", quando o assunto é sua referência de fé.
No oriente a coisa é um tanto truncado no quesito de fé. Ou você defende a sua religião com seus postulados ou acaba sendo perseguido, e, em muitos casos, a morte.
As últimas manchetes sobre o filme polêmico que retratava o profeta Maomé como um homem dissimulado e agressivo, trouxe à baila questões que merecem reflexões (não discussão).
Sempre tenho defendido o direito de democrático de manifestações religiosas por qualquer pessoa (desde que não parta para os extremos violentos).
Maomé é o representante máximo da expressão religiosa do Islamismo. Fazer qualquer referência sobre ele em termos pejorativos ou criar imagens distorcidas do profeta, trará uma dor de cabeça para quem quer que seja.
Todos assistimos as revoltas, protestos na mundo árabe, por causa do filme veiculado na internet, deixando preocupados os consulados americanos espalhados no mundo inteiro.
Não podemos generalizar e incluir todo o islamismo na guilhotina, repudiando a religião, afinal, o islamismo não prega a violência tal como se vê por ai nos extremistas islâmicos.
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MAOMÉ: A força do profeta
30 de setembro de 2012 Marcadores: FILME POLÊMICO SOBRE MAOMÉ, ISLAMISMO, MAOMÉ, PROFETA MAOMÉ, PROTESTO ÁRABE, RELIGIÃO ISLÃ
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