DÓLAR RECUA NO MERCADO

Câmbio

Na contramão dos mercados, dólar recua para R$ 2,01

Lucas Bombana   (lbombana@brasileconomico.com.br)
09/08/12 18:17

Moedas globais

Cotações de fechamento para venda em09/08/2011
PaísMoedaR$US$
Argentina Peso 0,43904,6000
Canadá Dólar 2,03350,9926
Chile Peso 0,0043475,5000
China Iuan 0,31746,3596
Coreia do Sul Won 0,00181.125,6000
União Europeia Euro 2,47791,2278
Estados Unidos Dólar 2,01821,0000
Índia Rúpia 0,036555,3000
Japão Iene 0,025778,6600
México Peso 0,153713,1295
Paraguai Guarani 0,00054.450,000
Reino Unido Libra 3,15301,5623
Uruguai Peso 0,098120,7800
Rússia Rublo 0,063731,7500
Venezuela Bolivar Forte 0,47054,3000
Fontes: Banco Central e Brasil Econômico.

Comunidade

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A alta no preço das commodities pode ter levado companhias a fazerem operações de hedge, favorecendo as perdas da moeda americana frente ao real.
A alta no preço das commodities pode ter sido a razão para a desvalorização registrada pelo dólar frente ao real nesta quinta-feira (9/8), a terceira seguida, mas sem variações expressivas, já que a perda acumulada no período é de 0,68%.
A moeda americana encerrou a sessão de hoje com queda de 0,29%, negociada a R$ 2,016 para venda.
"Descolamos do mercado internacional, por conta de uma entrada de dólares no país. Como as commodities estão subindo bem, o mercado deve estar fazendo algumas operações de hedge", afirma Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.
O CRB, índice que mede a variação das principais commodities negociadas em larga escala, avançou 0,70%, enquanto o euro teve uma queda na mesma intensidade, a US$ 1,2278 para venda.
"Essa venda futura de dólar que normalmente as empresas de commodities fazem para se resguardar deve ter ajudado nessa queda do dólar por aqui", completa o especialista.
A queda do dólar no mercado doméstico, em um dia de valorização da divisa americana em âmbito internacional, deve ser vista como um movimento pontual, que não deve prosseguir nos próximos pregões, diz Galhardo.
"As oscilações não tem sido grandes, estão faltando grandes negócios para impactar a variação da moeda", observa o gerente de câmbio da Treviso.
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